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“Minha filha tá chorando de dor. Não sei mais o que fazer”, diz mãe abalada sobre filha internada no HMI

Recentemente o Plantão divulgou o caso de Priscila Alves da Costa, de 24 anos, Pessoa Deficiente (PD), que aguarda transferência para procedimento cirúrgico no Hospital Regional do Baixo Amazonas - HRBA, em Santarém. 

Priscila está internada no Hospital Municipal de Itaituba - HMI desde o dia 20 de setembro, após ter o fêmur da perna esquerda fraturado em decorrência de queda de rede provocada por desequilíbrio. 

"Ela estava na rede quando virou e 
caiu no chão. Quando a gente 
encontrou, ela estava no chão, não chorando. Quando meu marido me 
avisou, eu fui lá no quarto. Quando cheguei, a perna dela tava balançando. Foi aí que eu me desesperei", conta Rosiane, mãe de Priscila. 

Entre datas de transferências frustradas à imprevisibilidade de quando a filha irá para Santarém, a mãe de Priscila, Rosiane, entrou em contato com a redação do Plantão nesta sexta-feira (02), se mostrando muito abalada com tanta demora. Conforme relatou, a filha vem chorando constantemente em virtude de dores na região da perna fraturada: "Não sei mais o que fazer". 


Priscila Alves da Costa, de 24 anos, internada no HMI. Fotos: acervo pessoal

"Ela direto tá chorando de dor. Eu não sei mais o que fazer. O osso tá pra varar pra fora, inflamado. Eles dizem que não tem leito em Santarém. Era pra gente viajar ontem, mas não deu certo. Hoje também não. É complicado", disse a mãe em tom de abalo emocional.

Rosiane contou ainda que, em razão da demora que julgou excessiva, procurou um hospital da rede particular onde foi informada que o procedimento cirúrgico da filha custa em torno de R$ 10 mil, valor esse que a família não possui e a força a esperar pelo Sistema Único de Saúde - SUS.

Membro fraturado. Exame de imagem.

Promotoria de Justiça 

Diante da situação, a mãe conta que foi orientada a procurar e levar o caso à Promotoria de Justiça de Itaituba, a fim de que se pudesse obter mais agilidade na transferência; contudo, ela relata que, até o momento, não obteve respostas concretas. "A promotora só disse pra mim ter paciência. Eu estou ficando pra trás", pontuou.


O Plantão entrou em contato com a direção do Hospital Municipal de Itaituba, contudo, até o fechamento desta matéria, não obteve resposta. 


Discorrida a situação que a família vem enfrentando, caso você queira ajudar de alguma forma, entre em contato com Rosiane pelo telefone (93) 99213-5396.




Fonte: Plantão 24horas News

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