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Com a filha internada há 10 dias no HMI, mãe expressa revolta por falta de leito hospitalar em Santarém

Priscila Alves da Costa, de 24 anos, pessoa com deficiência, está há pelo menos 10 dias internada no Hospital Municipal de Itaituba - HMI, a espera de um leito no Hospital Regional do Baixo Amazonas - HRBA, em Santarém. 

Priscila teve o fêmur quebrado no último domingo (20), após ter se desequilibrado e caído de uma rede na residência em que mora com a família localizada no bairro Jardim do Éden, no distrito de Miritituba.


"Ela estava na rede quando virou e caiu no chão. Quando a gente encontrou, ela estava no chão, não chorando. Quando meu marido me avisou, eu fui lá no quarto. Quando cheguei, a perna dela tava balançando. Foi aí que eu me desesperei", conta Rosiane, mãe de Priscila.

Imediatamente socorrida pelos pais e levada ao hospital municipal, exames de radiografia identificaram fratura no fêmur da perna esquerda de Priscila, em razão da queda.

Priscila Alves da Costa, de 24 anos, internada no HMI. Fotos: acervo pessoal

Dada a gravidade da situação e com base em avaliações, uma equipe médica do hospital comunicou à família que Priscila precisaria ser transferida via Tratamento Fora de Domicílio (TFD) para o HRBA, a fim de passar por procedimento cirúrgico. Em vista disso, Rosiane contou em conversa com a redação do Plantão, que a peleja iniciou. 


Entre datas de transferências frustradas à imprevisibilidade de quando a filha irá para Santarém, a mãe relata que Priscila constantemente vem apresentando dores na região fraturada, apontando sentimento de revolta em função da qualidade da saúde pública ofertada na região.


"Ela chora muito de dor na perninha dela. Será que eles só vão querer chamar a gente quando a perna dela dá infecção? Gente daqui já foi e só ela vai ficando. A minha revolta é ter aqui um hospital regional e mesmo assim ter que ir para Santarém fazer uma cirurgia. Até quando!?", lamentou Rosiane. 

Rosiane contou ainda que, em razão da demora que julgou excessiva, procurou um hospital da rede particular onde foi informada que o procedimento cirúrgico da filha custa em torno de R$ 10 mil, valor esse que a família não possui e a força a esperar pelo Sistema Único de Saúde - SUS.

Promotoria de Justiça 


Diante da situação, a mãe conta que foi orientada a procurar e levar o caso à Promotoria de Justiça de Itaituba, a fim de que se pudesse obter mais agilidade na transferência; contudo, ela relata que, até o momento, não obteve respostas concretas. "A promotora só disse pra mim ter paciência. Eu estou ficando pra trás", pontuou.


O Plantão entrou em contato com a direção do Hospital Municipal de Itaituba, contudo, até o fechamento desta matéria, não obteve resposta. 


Discorrida a situação que a família vem enfrentando, caso você queira ajudar de alguma forma, entre em contato com Rosiane pelo telefone (93) 99213-5396.



Fonte: Plantão 24horas News

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