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Cartilha orienta mulheres sobre saúde, trabalho e combate à violência

“Mulheres e a covid-19 no Pará”. Este é o título da cartilha lançada na manhã desta terça-feira (16) pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) para orientar as mulheres neste período de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. A publicação reúne informações sobre saúde, enfrentamento à violência doméstica e mercado de trabalho. 


O lançamento ocorreu durante uma videoconferência coordenada pela procuradora da Mulher na Alepa, a deputada Nilse Pinheiro, e que reuniu membros do MPPA, parlamentares que integram a bancada feminina da Alepa e representantes de várias instituições que colaboram em projetos voltados à valorização dos direitos das mulheres no Pará.

A cartilha é um material explicativo para orientar as mulheres sobre os principais desafios enfrentados durante a pandemia da covid-19 e propor soluções. A publicação destaca três aspectos: a prevenção à violência doméstica, com informações sobre a rede de atendimento à mulher; o empreendedorismo feminino como ferramenta de enfrentamento à violência doméstica; e o desemprego e mercado de trabalho.

Capa da cartilha lançada pelo MPPA e pela Alepa
Capa da cartilha lançada pelo MPPA e pela Alepa. Clique na imagem para ler.
Foto: Reprodução

O objetivo da cartilha é esclarecer e orientar as mulheres sobre os problemas e as soluções de cada um dos temas e debater não só a situação das mulheres como a crise de uma forma geral. O material foi baseado em outros informativos que estão circulando, como o do governo federal e da ONU Mulheres, além de contar com a contribuição das equipes da Procuradoria da Mulher da Alepa e do Núcleo Mulher, do MPPA.

“É uma satisfação fazer parte deste momento histórico, que fortalece a parceria entre o MPPA e o Legislativo. Já deixo o convite para o lançamento da segunda cartilha, no segundo semestre, comemorativa aos 14 anos da lei Maria da Penha”, disse o promotor de Justiça Franklin Lobato, titular da Promotoria de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Belém.

A promotora de Justiça Ângela Balieiro, coordenadora do Núcleo Mulher do MPPA, as deputadas da bancada feminina da Alepa e representantes de outras instituições também se manifestaram durante a videoconferência e enalteceram o conteúdo da publicação, que pode efetivamente contribuir para ampliar o conhecimento das mulheres sobre os seus direitos e oportunidades.

Sinal vermelho

Ao final da videoconferência, os participantes formalizaram a adesão à campanha Sinal Vermelho para a Violência Doméstica, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) para ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias do país.

O protocolo é, de fato, simples: com um “X” vermelho na palma da mão, que pode ser feito com caneta ou mesmo um batom, a vítima sinaliza que está em situação de violência. Com o nome e endereço da mulher em mãos, os atendentes das farmácias e drogarias que aderirem à campanha deverão ligar, imediatamente, para o 190 e reportar a situação. O projeto conta com a parceria de 10 mil farmácias e drogarias em todo o país.  

 Fernando Alves - MPPA
 

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