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Área de reserva legal é invadida por mais de 150 famílias sem-teto, em Itaituba

Na manhã deste último domingo (29), uma invasão a uma área de reserva legal localizada no bairro Maria Madalena, em Itaituba, reuniu mais de 150 famílias sem-teto as quais começaram a demarcação de seus espaços em local onde o desmatamento e povoamento são terminantemente proibidos em razão da proteção ambiental dada à área.

Sem-tetos e autoridades. Foto: Divulgação/Plantão

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA, ao ter conhecimento da situação, com representação por meio de agentes foi até o local referido com intuito de promover um dialogo com os invasores. Três viaturas da Polícia Militar realizaram o acompanhamento.  .

A área já estava sendo marcada com nomes. Foto: Divulgação/Plantão 


Já na manhã desta segunda-feira (29), a cerca que demarcava a área foi cortada e já tinham sido estendidas redes na qual confirma que os invasores dormiram no local demarcado por eles. Orientados pelos agentes da Semma a retirarem seus materiais.

Foto: Divulgação/Plantão
Em entrevista, Railena Santos, sem-teto, disse que “Cada um de nós que estamos aqui, não temos onde morar. Por isso o motivo da invasão. É uma área que eu soube que estava há bastante tempo abandonada. O povo encontra corpo de pessoas mortas aí, como no caso de sexta-feira. Tá servindo só pra isso”.

Sem-tetos ouvindo as autoridades. Foto: Divulgação/Plantão
Além disso, Railena também contou que o prefeito Valmir teria dito que a área invadida era da prefeitura, no entanto, não seria cedida à eles. “Ele disse que ia mandar uma viatura pra tirar nós daqui. Aqui ninguém é bandido; somos pais de famílias. Há três, quatro anos atrás, ele disse que ia dar 2 mil terrenos pra nós. Agora eu pergunto a ele: cadê os 2 mil terrenos?", enfatizou.

Foto: Divulgação/Plantão
Em complemento ao dito por Railena, Roberto Mota, sem-teto, reforçou "Nós estamos lutando por um teto. Estamos aqui porque precisamos de moradia, muitos aqui pagam aluguel e outros muitos moram em casa de parentes e quer sair desta situação. Queremos um pedaço de terra. Não estamos para fazer guerra. Queremos uma resposta do prefeito". 

Posicionamento da SEMMA

Em resposta a tantos questionamentos levantados pelos invasores, Alisson Teixeira, agente da SEMMA, disse que a área é de proteção ambiental e está averbada como de reserva legal de um determinado conjunto específico.

No tocante as providências que serão tomadas, o agente discorreu que a ação será de contenção para que justamente a área não perca sua característica natural.


Plantão 24horas News 

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