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Autor de homicídio de Mojuí dos Campos alega à polícia que agiu em defesa dos filhos e sobrinhos

O autor de um homicídio que aconteceu sábado (11) na área rural de Mojuí dos Campos, no oeste do Pará, alegou à polícia nesta terça-feira (14) que agiu em defesa dos filhos e sobrinhos que estavam no estabelecimento no momento do ocorrido.

Autor de homicídio de Mojuí do Campos alega à polícia que agiu em defesa dos filhos e sobrinhos — Foto: Reprodução/TV Tapajós

De acordo com o titular da delegacia de Mojuí dos Campos, delegado Gustavo Ceccagno, foram dois dias ouvindo as testemunhas, inclusive o suspeito de ser o autor da morte do homem identificado como Manoel. Elas disseram que Manoel estava sob forte efeito de bebida alcoólica e que realmente havia uma dívida.

A ação aconteceu no sábado (11), quando a vítima teria sido cobrada de uma dívida pelo dono do bar, e não gostando da ação, foi em casa se armar e já chegou no estabelecimento portando uma arma de fogo. Porém, foi interrompido por uma das filhas do proprietário do estabelecimento e os dois travaram luta corporal.

Ainda de acordo com o delegado, Manoel conseguiu disparar a arma e atingiu um filho do dono do bar. Foi então que o comerciante também puxou uma arma de fogo e atingiu o homem que morreu minutos depois. O adolescente que foi ferido passou por cirurgia e não corre risco de morte.

Titular da delegacia de Mojuí dos Campos, delegado Gustavo Ceccagno — Foto: Gustavo Ceccagno/Arquivo Pessoal
Titular da delegacia de Mojuí dos Campos, delegado Gustavo Ceccagno — Foto: Gustavo Ceccagno/Arquivo Pessoal

"A negativa do dono do comércio de vender a bebida desencadeou a situação. Foi esclarecido que a vítima, alterada, exigiu a venda para consumo no local, o que foi proibido pelo comerciante que salientou que só venderia se a vítima levasse a bebida para consumir em casa. A vítima não gostou, ameaçou voltar e voltou armado. Para defender seu filho, que inclusive foi baleado, a filha e sobrinho que tentavam conter a vítima, precisou atirar", contou o delegado.

O delegado destacou ainda que irá aguardar as perícias, ouvir mais alguns informantes e encerrar o inquérito que tem prazo de 30 dias para conclusão.
"As investigações apontam para legítima defesa de terceiros. O autor confessou que atirou para defender seu filho, filha e sobrinhos. Se confirmar a legítima defesa, em sede de inquérito policial, não será indiciado. Caberá ao Ministério, como titular da ação penal denuncia-lo ou não", concluiu o delegado Gustavo Ceccagno.

G1 Santarém

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