Pai e madrasta que mataram criança de quatro anos são presos em Xinguara

Homem levou filho para UPA alegando que criança havia sofrido um acidente com um animal, dentro de um curral na fazenda.


Oseias de Carvalho Silva e Luciele Moraes da Silva foram presos no último domingo (07)  em Xinguara, sudeste do Pará, sob a acusação de matar uma criança de quatro anos. O crime ocorreu na zona rural de Pacajá, no último dia 27 de março, e os presos devem ser recambiados para o município onde o crime ocorreu.

As investigações mostraram que a criança morava com Oseias de Carvalho Silva e Luciele Moraes da Silva, respectivamente, pai biológico e madrasta da criança. 

Segundo o delegado Rommel Souza, no dia último dia 27 de março, o pai levou a criança até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, localizada em Anapu, alegando que a criança havia sofrido um acidente com um animal, dentro de um curral na fazenda.

Os funcionários da UPA desconfiaram da versão apresentada pelo pai e acionaram a Polícia. Ao perceber a chegada dos policiais à UPA, Oseias saiu em fuga do local. Após realização de perícia, o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves comprovou que Oseias de Carvalho Silva e a companheira Luciele Moraes da Silva eram os responsáveis por agredir a criança que não resistiu e morreu. Após o resultado pericial, o delegado Sandro Rivelino, da Delegacia de Pacajá, solicitou ao Poder Judiciário a prisão do casal.

As investigações foram iniciadas em conjunto pelas equipes policiais das Delegacias de Anapu e Pacajá, sob comando dos delegados Sandro Rivelino, de Pacajá, e Rommel Souza, superintendente regional do Lago de Tucuruí.

De posse do parecer favorável do Ministério Público de Pacajá, policiais civis da Superintendência Regional de Marabá e de Redenção efetuaram buscas e conseguiram prender os acusados, no município de Xinguara, sudeste paraense. Os presos serão transferidos na próxima sexta-feira (12), à cidade de Pacajá, onde ficarão presos à disposição da Justiça para responder por homicídio doloso.

Oliberal.com

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