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Pai é preso suspeito de estuprar as duas filhas em Santarém

Pai ameaçava as filhas para que elas não contassem sobre os estupros; Foi a quarta prisão por estupro em um mês na cidade.

Pai estuprou as filhas por anos e as ameaçava de morte caso contassem sobre os abusos a alguém — Foto: Deaca/Divulgação

Um homem de 33 anos teve o mandado de prisão preventiva cumprido nesta quinta-feira (31) em Santarém, no oeste do Pará, depois que a ex-companheira denunciou à polícia que ele estuprava as duas filhas. As vítimas, de 12 e 13 anos, confirmaram os abusos.

O nome do suspeito e a localidade onde o crime aconteceu não foram divulgados para preservar a identidade das vítimas, uma vez que a divulgação dessas informações expõe as adolescentes.

De acordo com a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca), delegada Milla Moura, as adolescentes começaram a ser abusadas quando tinham 7 e 9 anos, e os abusos terminaram quando elas tinham 12 e 10 anos, respectivamente.

Filhas de pais separados, em 2015, uma delas foi morar com a mãe. Dois anos depois a segunda também se mudou.
Conforme a delegada, as vítimas não sabiam que o pai abusava uma da outra e elas não pediam ajuda a outras pessoas porque o suspeito as ameaçava de morte.

“Os abusos aconteciam na residência do acusado. Uma delas contou à mãe e a mãe foi conversar com a outra filha, que disse também era violentada”, disse Milla Moura.

Depois de ouvir os relatos das filhas, a mãe procurou a Deaca, na Avenida Sérgio Henn, bairro Aeroporto Velho, e formalizou a denúncia. As adolescentes foram ouvidas, confirmaram os estupros e passaram por exames sexológicos, que comprovaram os abusos.

A delegada solicitou à Justiça o mandado de prisão preventiva, que foi expedido e cumprindo nesta quinta. À delegada, o homem negou que tenha estuprado as filhas. Ele passará por exame de corpo de delito e depois será encaminhado à Central de Triagem Masculina do Centro de Recuperação Agrícola Sílvio Hall de Moura, na comunidade Cucurunã.

4ª prisão

A Deaca registrou até de 1º de janeiro até está quarta-feira quatro prisões por estupro de crianças e adolescentes. A primeira ocorreu no dia 17 enquanto um “pai de santo” prestava depoimento. Ele tinha sido denunciado por abusar de uma adolescente de 14 anos durante ritual de curandeirismo.

No dia 21, a polícia prendeu um homem que estava foragido desde que a companheira o denunciou por abusar sexualmente da enteada desde quando ela tinha 9 anos. Atualmente, vítima tem 14 anos, mas foi abusada até os 13 e teve um filho do padrasto.

A terceira prisão ocorreu na quarta-feira (30). A denúncia chegou até a Deaca depois de uma criança de 11 anos contar em uma palestra na escola que era abusada por um homem considerado como avô.

Denúncias

A Polícia ressalta que é muito importante que a população seja parceira dos órgãos de segurança e assistência às crianças, adolescentes e pessoas vulneráveis e denunciem casos suspeitos de violência sexual. Saiba a quais órgãos recorrer:

Conselhos Tutelares: os Conselhos Tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado o fato, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.

Varas da Infância e da Juventude e delegacias: em município onde não há Conselhos Tutelares, as Varas da Infância e da Juventude podem receber as denúncias. Outros órgãos que também estão preparados para ajudar são as Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e as Delegacias da Mulher.

Disque 100: no serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, o usuário pode denunciar violências contra crianças e adolescentes, colher informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de pessoas – independentemente da idade da vítima – e obter informações sobre os Conselhos Tutelares.

O serviço funciona diariamente de 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, conforme a competência num prazo de 24h. A identidade do denunciante é mantida em absoluto sigilo.

Fonte: G1 Santarém

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