Venezuelano sem uma das pernas trabalha como pedreiro em Itaituba e se torna exemplo

Superação, essa seria a melhor palavra para definir o senhor Euzébio Ramon Morales Flores, de 45 anos de idade, natural da Venezuela. 


“Nesta terça feira, 30|10|10, ao passar pela 4ª Rua do Bairro da Floresta o repórter Junior Ribeiro viu uma sena que lhe chamou atenção, um homem trabalhando como pedreiro de muleta, uma sena atípica, não pensou duas vezes, imaginou, vou fazer uma matéria com este homem para que sirva de exemplo para muitos, são raras vezes que se vê um homem trabalhando sem um dos membros tão importante. Junior parou o carro, desceu, deu bom dia, se apresentou como repórter da TV Record Itaituba, foi muito bem recebido pelo homem, que ao responder seus cumprimentos, logo percebeu que não era brasileiro, e se apresentou como Euzébio Ramon Morales Flores, de 45 anos, venezuelano”.

“Após os devidos cumprimentos, eu o indaguei sobre sua vida; Euzébio é venezuelano, trabalhava como agricultor em seu pais, como centenas de venezuelanos deixou o pais em busca de melhoras, é separado, tem três filhos já  maiores de idade que estão na Venezuela, que deixou a cerca de um ano e 05 meses, passou um tempo em Roraima trabalhando, e depois veio para Itaituba, onde está trabalhando por indicação do Instituto Sociedade Solidária. Ele disse que pede dinheiro, mas sim trabalho, apenas trabalho, disse também que mesmo com algumas limitações é forte e da conta de pegar no pesado para ganhar o seu sustento".

“Perguntei o que tinha acontecido com sua perna, ele disse que tinha 29 anos de idade quando sofreu um grave acidente de moto, foi socorrido rapidamente, mas teve que amputar a perna direita, desde então ficou muito abalado, mas depois superou o trauma e começou a trabalhar mesmo com algumas algumas limitações”. Fica o exemplo deste homem que não tem uma das pernas, mesmo assim trabalha pesado, enquanto tem muitos por ai que só sabem pedir, vivem pedindo, quando se oferece um trabalho não querem, então se você tem saúde pare de reclamar e vá trabalhar para o seu sustento. 

Fonte: Junior Ribeiro 

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