GARIMPEIRO QUE TEVE MÁQUINAS QUEIMADAS EM OPERAÇÃO DOS ÓRGÃOS AMBIENTAS CONTA COMO OS FISCAIS ESTÃO AGINDO DURANTE AS OPERAÇÕES.

Joelson Sousa Silva é garimpeiro na região do alto Tapajós, é dessa atividade que ele tira o sustento da família, mas nos últimos dias ele foi surpreendido por uma operação desenvolvida pelos órgãos ambientais que destruiu  maquinas e barracos de garimpeiros.  





Segundo Joelson, o garimpeiro antes de chegar com uma máquina no local onde será extraído o ouro, primeiro é feito uma sondagem que leva de 15 a 30 dias, somente após a comprovação da existência do minério é que as maquinas são levadas para o local, mas com o mínimo de dano ambiental possível.

Joelson Sousa Silva  garimpeiro na região do alto Tapajós


Segundo ele quem investiu o que tinha na compra de equipamentos agora está tendo dificuldade de pagar as dividas, inclusive dos  equipamentos queimados durante as operações.



 De acordo com Joelson, o garimpeiro não invade terras indígenas, pois só entra em terra  quando há autorização dos próprios indígena, segundo ele na maioria das vezes é quem procura o garimpeiro garantindo que existe ouro em suas ferras.






Calcula se que os prejuízos causados pelas fiscalizações ultrapasse os 15 milhões de reais. Diante dessa situação uma comissão formada por políticos, empresários e mineradores, foi á Brasília em busca de uma solução que possa evitar  confronto entre garimpeiros e os órgãos de segurança. 


Os garimpeiros que hoje estão no prejuízo reclamam da fala de mais empenho dos políticos em Brasília  na defesa dos garimpeiros da região do Tapajós.

Fonte:  http://www.plantao24horasnews.com.br/ com informações do repórter Marinaldo Silva. 

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