AGRICULTORES QUE MORAM NAS COMUNIDADES ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DA AMAZÔNIA, AINDA CONVIVEM COM O MEDO DE TER QUE SAIR DA ÁREA.


SEGUNDO ELES AINDA NÃO EXISTE UMA DEMARCAÇÃO ONDE POSSA SABER EXATAMENTE ONDE COMEÇA OS LIMITES DO PARQUE.


O Parque Nacional da Amazônia é uma Unidade de Conservação Integral, criado em fevereiro de 1974, pelo Decreto n° 73.683, logo após a construção da Rodovia Transamazônica. O parque está localizado no oeste do Pará, às margens do rio Tapajós, e faz parte do mosaico de Unidades de Conservação da BR-163. 
O parque é responsável pela proteção de inúmeras nascentes dos rios Tapajós e Amazonas, além de ser habitat de várias espécies ameaçadas de extinção.  Porem quando foi criado no início da década de 70, já existiam diversos agricultores morando em comunidades no entorno da área que foi transformada no parque nacional da Amazônia, são famílias que dedicaram uma vida inteira na roça para construir tudo que tem hoje em suas propriedades. 
Mas, essas mesmas famílias que povoaram cerca de 14 comunidades passaram a viver com as ameaças de ter que desocupar a área a qualquer momento por estar dentro da área de conservação ambiental. Em 2012 a então presidente Dilma Rousseff publicou a criação de um novo limite do parque, mas algumas comunidades como a nova Integração ficaram dentro do novo limite e até hoje esses agricultores vivem com medo de perderem suas terras.

Esta semana uma equipe formada por agricultores e uma ex vereadora esteve na câmara municipal em busca de apoio do poder legislativo, tendo em vista que até hoje não se sabe exatamente onde fica o novo limite do parque.

Os agricultores alegam que devido à idade, já não possuem força e saúde suficiente para começar tudo de novo em outra área que venha ser cedida pelo governo federal através de assentamento, para eles a solução seria fazer o limite do parque por trás das terras já ocupadas pelos agricultores.

Esse mesmo problema foi pauta em um encontro da FETAGRI realizado mês passado em Belém, onde o sindicato dos trabalhadores rurais cobrou providencias dos órgãos competentes.

Fonte: http://www.plantao24horasnews.com.br/ com informações do repórter Marinaldo Silva. 

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